quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia Mundial do Parkinson

11 de abril: Dia Mundial do Parkinson

“O GRUPO GAP CONTINUA SEU TRABALHO EM PROL DOS PARKINSONIANOS”

Dia 11 de abril foi a data escolhida para ser comemorada mundialmente como o dia de atenção a doença de Parkinson.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 1% da população com mais de 65 anos tem a doença. No mundo todo, mais de quatro milhões de pessoas são afetadas e no Brasil estima-se que cerca de 200 mil pessoas com mais 60 anos sejam portadoras da doença que foi descrita pela primeira vez na Inglaterra, pelo médico James Parkinson.

O Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, causada pela deterioração progressiva das células nervosas da parte do cérebro que controla o movimento muscular.
Crônica e progressiva, a doença de Parkinson se manifesta em alguns indivíduos devido à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células normalmente produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas – os neurotransmissores – ao corpo. Com a degeneração dessas células o que ocorre é a falta ou a diminuição da dopamina o que passa a afetar os movimentos da pessoa, provocando diversos sintomas tais como: lentidão, tremores, rigidez muscular, desequilíbrio, perda do controle muscular, alterações na fala e na escrita.

O Parkinson não é uma doença fatal, nem contagiosa. Também não há evidências de que seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda permanece incurável e a sua causa continua desconhecida até os dias de hoje.

Sinais como o tremor, principalmente nas mãos, é o que costuma levar a pessoa a buscar ajuda médica, mas nem sempre esse sintoma está associado à doença de Parkinson.
O diagnóstico da doença é feito com base na história clínica do paciente e nos exames neurológicos. Não há nenhum teste específico para fazer o diagnóstico da doença de Parkinson, nem para a sua prevenção.
Apesar de ser mais associada ao fator idade, a doença pode acometer qualquer pessoa, independentemente de sexo, raça, cor ou classe social. A grande maioria das pessoas tem os primeiros sintomas geralmente a partir dos 50 anos de idade. Mas pode também acontecer nas idades mais jovens, embora esses casos sejam mais raros.
As pesquisas sobre o Parkinson não cessam e de tempos em tempos apresentam bons resultados em relação aos tratamentos, controle de sintomas e novas descobertas relativas a manifestação da doença.
Apesar de ainda não existir a cura, a doença de Parkinson pode e deve ser tratada, não apenas visando combater os sintomas, mas também retardando o seu progresso e mantendo a melhor qualidade de vida do afetado.

O tratamento médico para combater o Parkinson é baseado em remédios e cirurgias, além da associação com terapias de saúde complementares tais como a fisioterapia, a fonoaudiologia, a psicologia, terapia nutricional e ocupacional. Diante da constatação da doença, o médico indica o tratamento medicamentoso adequado as necessidades do paciente e passa a acompanhá-lo de perto.
As terapias complementares são consideradas fundamentais para a qualidade de vida do paciente que assim pode usufruir dos avanços nessa área específica da saúde, obtendo animadores resultados que irão aliviar os sintomas da doença.
A atitude que o parkinsoniano e seus familiares devem ter frente ao Parkinson é o encorajamento para buscar informações atualizadas e esclarecimentos sobre todos os benefícios que podem ser obtidos através dos tratamentos multifuncionais na prevenção e melhoria dos sintomas.

A fisioterapia é um complemento indispensável ao tratamento da doença, sendo considerada tão importante quanto os remédios. Com base na reeducação dos movimentos do corpo e na prática de atividades físicas importantes, a fisioterapia permite que o tratamento seja mais eficaz, atuando de forma determinante inclusive para melhorar o estado psicológico e a disposição do parkinsoniano.

A fonoaudiologia é também considerada uma terapia fundamental uma vez que a falta de coordenação e a redução do movimento dos músculos do parkinsoniano também afetam a produção dos sons da sua fala. Com o auxílio da terapia fonoaudiológica, o paciente pode conservar uma fala mais ativa, mais compreensível e uma voz mais firme e melhor modulada, fatores indispensáveis a sua boa comunicação com seus semelhantes.
Além do auxílio na manutenção da comunicação adequada, a fonoaudiologia auxilia nos exercícios diários da mastigação e da deglutição, permitindo uma alimentação mais saudável e natural que ajuda na manutenção do peso, da nutrição e da qualidade de vida do parkinsoniano.

O terapeuta ocupacional é o profissional que melhor poderá orientar o parkinsoniano nas atividades de sua vida cotidiana, além de prepará-lo para a implementação de condutas que lhe tragam maior independência, prazer, concentração, facilitação na condução de sua higiene pessoal e até mesmo a reinserção em sua atividade profissional.

O acompanhamento nutricional também é importante já que uma boa dieta pode melhorar o estado geral do paciente. Conselhos sobre o número de refeições diárias, os intervalos, o conteúdo da dieta especial, o teor calórico diário do seu cardápio e a forma de apresentação dos variados tipos de alimentos são fundamentais para que o parkinsoniano consiga se alimentar de forma eficiente.

Psicólogos também podem influenciar bastante no tratamento, uma vez que os fatores emocionais são uma parte importante da doença de Parkinson, tanto para o portador como para seus familiares. A terapia pode ajudar a diminuir os efeitos traumáticos da doença que acabam gerando confusão e ansiedade.

Como ocorre em outras doenças degenerativas, o Parkinson pode afetar no mínimo duas pessoas: o paciente e seu cuidador. Por isso, é tão importante que os familiares dos portadores da doença busquem informações para ajuda na condução do tratamento ou até se engajem em grupos de apoio que surgem basicamente com esse objetivo: apoiar os parkinsonianos e seus familiares.

Cuide-se!
Bronye

sábado, 7 de abril de 2012

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Dia Mundial da Saúde é dedicado aos idosos

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Dia Mundial da Saúde é dedicado aos idosos

Soja melhora sintoma de menopausa

Duas porções diárias de soja podem reduzir a frequência e intensidade de ondas de calor vivenciadas por mulheres durante a menopausa, concluiu o mais abrangente estudo já feito sobre o assunto.
Os resultados da pesquisa apontam para uma redução de até 26% no sintoma.
Pesquisadores da Universidade de Delaware, em Newark, Nova Jersey, Estados Unidos, analisaram 19 investigações prévias sobre o tema envolvendo um total de 1.200 mulheres.
Os resultados do trabalho foram publicados na revista científica Menopause: The Journal of the North American Menopause Association.
Até o presente, pesquisas sobre o assunto tinham apresentado resultados contraditórios - algumas confirmando, outras negando os benefícios da soja para mulheres na menopausa.
Mas segundo a equipe americana, a discrepância se deve ao número pequeno de participantes em alguns dos estudos e também a problemas de metodologia.
"Quando combinamos todos (os estudos), concluímos que o efeito geral (da soja) ainda é positivo", disse Melissa Melby, professora de antropologia médica na University of Delaware, autora do estudo.
Resultados
Ao examinar o impacto de isoflavonas da soja (substâncias químicas que produzem um efeito semelhante ao do hormônio feminino estrogênio), Melby e seus colegas concluíram que ingerir ao menos 54 miligramas de isoflavonas da soja diariamente, por um período entre seis semanas e um ano, diminui a frequência das ondas de calor em 20,6% e a intensidade do sintoma em até 26% em comparação com o uso de um placebo.
Em estudos de duração mais longa, onde mulheres consumiram isoflavonas por 12 semanas ou mais, a diminuição na frequência das ondas de calor foi cerca de três vezes maior.
Suplementos com índices maiores de genistein (um dos dois principais tipos de isoflavonas) se revelaram mais efetivos na redução da frequência das ondas de calor.
Melby explicou que estes resultados são particularmente importantes porque o genistein é a principal isoflavona encontrada nos grãos da soja e em alimentos que contém soja.
Segundo ela, isso é um indicador de que "comer alimentos contendo soja, ou usar suplementos derivados de grãos inteiros de soja, pode funcionar melhor para mulheres".
O interesse em compreender as possíveis conexões entre consumo de soja e sintomas de menopausa surgiu a partir de observações feitas no Japão.
Pesquisas realizadas no país concluíram que a baixa frequência de ondas de calor em mulheres japonesas pode ser atribuída ao alto consumo de soja entre os japoneses. No Japão, a ingestão do alimento tem início já no útero e continua por toda a vida.
"A soja é provavelmente mais efetiva nessas mulheres", disse Melby. "Mas se você tem 50 e nunca comeu soja, não é tarde demais. Nós descobrimos que ainda ajuda."

Cuide-se!
Bronye

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A fisiologia do beijo


Símbolo de vínculo, afeto e aceitação, o encontro entre bocas apaixonadas é levado a sério pela ciência. Descubra o que ele representa para o corpo e por que eleva tanto o bem-estar por Pedro Belo design Nicole Partos Ilustração Yan Sorg


Um só minuto de beijo e, no entanto, quantos segundos de espanto! A frase é de Vinicius de Moraes, mas a sensação descrita é compartilhada pela maioria das pessoas. Será possível explicar racionalmente o que um gesto tão instintivo provoca dentro do organismo? Em mês de namorados e santo casamenteiro, vale a pena ouvir o que os especialistas têm a dizer.


"O beijo é um ato que faz o indivíduo se lembrar inconscientemente da amamentação, um período de entrega total. Por isso, traz conforto e confiança", avalia o ginecologista e sexólogo carioca Amaury Mendes Júnior. Para a psiquiatra Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo, ele faz parte de uma espécie de iniciação no mundo. "A boca é o principal órgão da comunicação e aprendemos desde cedo a demonstrar afeto por meio do beijo", diz.


Nos últimos anos, a ciência se debruçou sobre o legítimo boca a boca e busca enxergá-lo inclusive como um mecanismo de perpetuação da linhagem. O homem prefere beijos molhados, por exemplo, porque tentaria lançar mais testosterona, o hormônio do apetite sexual, no corpo da mulher, despertando seu desejo. Corre uma hipótese de que o macho poderia até mesmo inferir a quantidade de estrogênio na saliva da fêmea, indício de fertilidade e boa prole.


Também se investiga como o beijo interfere no cérebro e proporciona bem-estar. Um estudo da neurocientista Wendy Hill, do Lafayette College, nos Estados Unidos, constata que o encontro bucal aumenta a produção de ocitocina, o mesmo hormônio que instiga vínculos entre o bebê e a mãe. "O beijo aplaca o estresse e faz liberar endorfinas, substâncias por trás da sensação de tranquilidade", diz Carmita.


Para Mendes Júnior, as carícias entre os lábios são ainda um indicativo de uma vida sexual saudável. "Quando um casal não se beija, a relação já não tem o mesmo afeto", afirma. Por outro lado, parceiros que investem em beijos mais calientes têm maiores chances de garantir ou resgatar a qualidade do bem-bom. "Esse ato é marcado por uma sensação erótica, já que as mucosas da boca são muito enervadas e vascularizadas, só perdendo para os genitais", explica. Dá para entender, portanto, por que a troca de saliva estreita os laços e aumenta a autoestima entre o casal. E você há de convir que não existe melhor presente para quem quer ser eternamente namorado.


Revista Saúde


Cuide-se!
Bronye

Suco de cereja para dormir


Segundo cientistas da Universidade Northumbria, no Reino Unido, beber o suco concentrado de cereja — a variedade montmorency foi a escolhida — pode aumentar não só a duração como a qualidade do sono. Para comprovar essa propriedade, eles ofereceram 30 mililitros da bebida ou um suco de mentirinha a 20 voluntários duas vezes ao dia, por uma semana. Ao final do período, notaram que o grupo do refresco de cereja teve um aumento de aproximadamente 15% nas taxas de melatonina, hormônio que faz a gente pregar os olhos. “Agora estamos investigando as aplicações da bebida no tratamento de inflamações e na recuperação após exercícios extenuantes”, conta Glyn Howatson, líder do trabalho.

Sono em números

Entenda o que significa, na prática, esse aumento nos níveis do hormônio melatonina no organismo:

- 15 minutos  é o tempo extra passado na cama.

- 25 minutos trata-se do período a mais de sono.

- 5 a 6% representa a melhora na eficiência do repouso.

Revista Saúde

Cuide-se!
Bronye

sexta-feira, 30 de março de 2012

A língua diz muito sobre a saúde

Quem pensa que sua função mais importante é a fala está enganado. Ela revela mais do que imaginamos, delatando desde problemas respiratórios até infarto no miocárdio.

 Basta prestar atenção nos seus sinais .

Veio da medicina tradicional chinesa a ideia de analisar a aparência da língua para desvendar eventuais problemas no corpo humano. Praticantes dessa abordagem terapêutica de 1600 a.C. acreditam que sua textura, seu formato e sua cor são capazes de dedurar desequilíbrios e dar pistas sobre o estado físico do indivíduo. Apesar de essa crença ter se deparado com certo ceticismo ocidental ao longo dos séculos, ela vem ganhando força em várias correntes. "Esse órgão muscular sinaliza qualquer alteração do corpo", afirma Ana Kolbe, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca, em Salvador, na Bahia.

Cientistas da Universidade de Tecnologia da Malásia também apostam nisso e iniciaram um projeto que deve durar pelo menos três anos. Eles querem provar que o exame de observação língual deve ser incorporado ao dia a dia de médicos e dentistas. Com o auxílio de leituras digitais, os estudiosos desenvolvem um chip para processar imagens capturadas na boca e aperfeiçoar o diagnóstico.

Esse tipo de investigação é possível porque as mucosas do nosso organismo são as primeiras a sofrer alterações quando ele está em apuros. Daí que até o estado nutricional se reflete na língua: "Os tecidos da boca se renovam constantemente. Por isso, a formação de novas células depende de uma série de nutrientes, como as vitaminas", explica o gastroenterologista Jaime Zaladek Gil, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ela, portanto, acusa as eventuais carências.

A aparência da mucosa, em si, é a primeira a ficar diferente quando algo não vai tão bem. Isso porque nosso corpo mantém um estoque de substâncias importantes, como certos nutrientes. Se essas reservas ficam no limite, logo surgem tonalidades estranhas, por exemplo. Um problema bastante comum é a língua ficar mais avermelhada do que o normal e perder sua aspereza característica. "Isso acontece quando há falta de vitaminas do complexo B e ferro", exemplifica Débora Dourado, gastroenterologista do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.

Doenças mais graves, por sua vez, fazem mais do que alterar a língua em si. Elas tendem a afetar o fluxo salivar. "A saliva é formada por uma parte líquida e uma sólida. Quando alguém adoece, a tendência é o problema diminuir a produção só da primeira parte", explica Ana Kolbe. Então, os resíduos sólidos, capazes de entregar a disfunção, formam um revestimento mais aderente e espesso que, conforme a cor — amarelada, branca, com pontos negros, entre outros tons —, irá levantar suspeita do mal que está à espreita (e você pode conferir alguns exemplos nas ilustrações à esquerda e abaixo). Portanto, já sabe: mostre a língua.

Outra função primordial

Nas papilas gustativas, há sensores que distinguem cada sabor. Eles enviam mensagens ao cérebro, que reconhece as sensações:






1 Doce

2 Salgado
3 Azedo
4 Amargo




Fonte:Revista Saúde

Cuide-se!
Bronye

domingo, 25 de março de 2012

Benefícios e direitos a isenções para quem sofra de doenças incapacitantes

Benefícios e direitos
Mais uma informação que o governo não divulga, mas nós divulgamos!!
Qualquer pesssoa que sofra de paralisia, câncer , lepra , AIDS   e uma série de outras doenças incapacitantes seja  total ou parcialmente ,tem direito a isenções  de impostos,taxas,desconto no preço para compra  de carros adaptados,passe livre em metrô,transporte coletivo,remédios gratuitos,etc....
Entre os direitos que podem ser requeridos estão:
-Aposentadoria integral (mesmo sem contar com o tempo necessário de contribuição ao INSS);
-Isenções de IR;CPMF;Contribuição Previdênciária ;etc...;
-Se  houver deficiência física :isenção de IPI;ICMS;IOF e IPVA(isenção vitalícia do IPVA)na compra de carro especial,ou adaptado.O preço nesses casos ,cai em 30%.;
-Direito ao saque total do FTGS e fundos PIS e PASEP ;
-Direito da quitação de valor financiado(anterior a doença , claro) para compra de imóvel;
-Atendimento médico domiciliar;
-Remédios gratuitos.
 Para maiores detalhes ,leiam o livro:"Câncer ,Direito e Cidadania",de autoria da advogada Antonieta Barbosa,publicado pela Editora ARX.
 Caso conheçam alguém  divulgue essa notícia e com essa informações sobre todas as doenças que são beneficiadas por leis que nós desconhecemos,que não saõ divulgadas,além dos procedimentos que devem ser adotados para receber tais benefícios.
DIVULGUEM!!!!!! 
NÓS NOS TRANSFORMAMOS NAQUILO QUE PRATICAMOS COM FREQUÊNCIA !
 Cuide-se!
Bronye