UOL..09/07/13
Um neurocientista italiano causou polêmica na comunidade científica mundial ao publicar, na mais recente edição do jornal Surgical Neurology International, a afirmação de que em breve a medicina será capaz de realizar um transplante de cabeça entre seres humanos.
De acordo com Sergio Canavero, diretor do Grupo de Neuromodulação
Avançada de Turim, na Itália, o procedimento está próximo de se tornar
realidade. "O maior desafio num procedimento do gênero é a reconexão da
cabeça doada à coluna cervical do receptor. Mas há de ser reconhecido o
fato de que a tecnologia necessária para tal ligação já existe", afirma o
médico no texto.
Segundo a descrição do projeto, reconectar uma nova cabeça a um corpo
seria um procedimento trabalhoso e custoso, durando 36 horas e custando
cerca de US$ 13 milhões. Entre os pacientes que se beneficiariam de um
transplante de cabeça estariam portadores de distrofia muscular e
tetraplegia, por exemplo.
Em 1970, uma cirurgia similar foi feita em um macaco, mas na época não
existia a tecnologia necessária para reconectar a medula espinhal à
cabeça, e esta linha de pesquisa foi abandonada. Agora, no trabalho, é
descrita pela primeira vez o esboço para a troca cefálica total de um
homem.
No documento publicado pelo doutor Canavero, é destacada a necessidade
de um corte preciso da cabeça e do uso de substâncias adesivas
especiais, à base, por exemplo, de polietileno glicol (PEG).
Entretanto, o procedimento é desacreditado por parte da comunidade
científica. O neurologista americano Jerry Silver, da Case Western
Reserve University, de Ohio, questionou sua viabilidade em entrevista à
rede de TV norte-americana CBS.
"É uma fantasia pensar que alguém poderia usar substâncias adesivas em
uma lesão tão traumática em um mamífero adulto. Decepar uma cabeça e
transplantá-la para outro corpo é, na minha opinião, por si só total
fantasia... Isso é má ciência e nunca deveria ser permitida", disse.
Ciência UOL
terça-feira, 9 de julho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Refluxo esofágico
É só azia ou não é?
Costumamos recorrer a essa palavra para nos queixar de que uma fogueira foi acesa dentro do tórax, principalmente depois de um grande banquete. Nem sempre, porém, o ardor indica refluxo. "O termo azia, na verdade, quer dizer azedume na boca, mas passou a ser empregado como sinônimo de queimação na boca do estômago", diz o gastroenterologista Ary Nasi. As labaredas que caracterizam o refluxo não tendem a ficar concentradas somente nessa região. A impressão é que elas pegaram um elevador com destino à garganta. Não bastasse o peito em chamas, o refluxo ainda pode ser marcado por dores no tórax, dificuldade para engolir, gosto amargo na boca, irritação na garganta e, claro, a sensação de retorno da comida.
Medidas antirrefluxo
• Não beba muito líquido nas refeições, mastigue bem os alimentos e evite comer demais.
• Reduza a gordura do cardápio - ela torna a digestão mais lenta, favorecendo o refluxo.
• Maneire nas bebidas gasosas, como refrigerantes e cervejas.
• Não abuse de alimentos ou bebidas de teor ácido, como molhos de tomate industrializados, frutas cítricas e vinhos.
• Tome cuidado com o álcool, que, além de relaxar o esfíncter, aumenta a acidez no estômago.
• Não caia de boca no chocolate, que - pasme! - guarda substâncias capazes de tornar a válvula mais preguiçosa.
• Aguarde pelo menos duas horas para se deitar após comer.
• Na hora de dormir, procure elevar a posição do travesseiro numa altura de 15 centímetros.
Cuide-se!
Bronye
Costumamos recorrer a essa palavra para nos queixar de que uma fogueira foi acesa dentro do tórax, principalmente depois de um grande banquete. Nem sempre, porém, o ardor indica refluxo. "O termo azia, na verdade, quer dizer azedume na boca, mas passou a ser empregado como sinônimo de queimação na boca do estômago", diz o gastroenterologista Ary Nasi. As labaredas que caracterizam o refluxo não tendem a ficar concentradas somente nessa região. A impressão é que elas pegaram um elevador com destino à garganta. Não bastasse o peito em chamas, o refluxo ainda pode ser marcado por dores no tórax, dificuldade para engolir, gosto amargo na boca, irritação na garganta e, claro, a sensação de retorno da comida.
Medidas antirrefluxo
• Não beba muito líquido nas refeições, mastigue bem os alimentos e evite comer demais.
• Reduza a gordura do cardápio - ela torna a digestão mais lenta, favorecendo o refluxo.
• Maneire nas bebidas gasosas, como refrigerantes e cervejas.
• Não abuse de alimentos ou bebidas de teor ácido, como molhos de tomate industrializados, frutas cítricas e vinhos.
• Tome cuidado com o álcool, que, além de relaxar o esfíncter, aumenta a acidez no estômago.
• Não caia de boca no chocolate, que - pasme! - guarda substâncias capazes de tornar a válvula mais preguiçosa.
• Aguarde pelo menos duas horas para se deitar após comer.
• Na hora de dormir, procure elevar a posição do travesseiro numa altura de 15 centímetros.
Bronye
Refluxo esofágico
O que é?
Vinte milhões de brasileiros sofrem com aquela queimação no tórax que delata o problema, embora muitos não desconfiem do motivo nem o levem tão a sério. Mas saiba que consertá-lo é o caminho para apagar a azia e evitar que o incêndio culmine em doenças como o câncer.
A doença, negligenciada por muita gente, parece estar em franca ascensão. Isso porque anda de braços dados com maus hábitos que, infelizmente, permanecem em voga: a dieta gordurosa, o sedentarismo e o resultado dessa combinação, a obesidade. Antes que um hipocondríaco se atreva a se autodiagnosticar, vale esclarecer que, se o fogaréu capaz de escalar abdômen acima ocorre somente de vez em quando, sobretudo depois daquela feijoada, trata-se de algo natural. "Todos nós temos esse refluxo ocasional", tranquiliza o gastroenterologista Cláudio Bresciani, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista.
O problema nasce quando essa tortura é recorrente e não depende só dos exageros à mesa. "Se acontecer mais de uma vez por semana, há uma suspeita da doença", esclarece Nasi, que também atua no Hospital das Clínicas de São Paulo. Tudo acontece porque o esfíncter, uma válvula que fica na divisa entre o esôfago e o estômago, relaxa demais em momentos inoportunos. "Sua função é impedir a volta da comida", diz Bresciani. Ao perder a pressão, porém, ele deixa de funcionar direito e permite que o conteúdo gástrico retorne, contrariando a lei da gravidade.
Há casos, porém, que exigem cirurgia para fazer uma reforma entre o esôfago e o estômago, recobrando a pressão da válvula e, se preciso, corrigindo uma hérnia de hiato. Tudo isso é feito por laparoscopia, ou seja, demanda pequenos cortes para ser executada. No campo da pesquisa, há quem fale em procedimentos por endoscopia, em que não existiram nem sequer furos. "Mas até o momento os resultados não são tão bons", comenta Bresciani. Na seara dos remédios, não cessa a busca por fórmulas mais eficazes. "Existem estudos com drogas que agem diretamente no esfíncter", conta Nasi. Mas, se somarmos um estilo de vida saudável aos recursos já disponíveis, não é nenhuma missão impossível botar ordem nesse trânsito caótico e abrasador.
Conheça quem está mais sujeito ao refluxo:
Obesos
Eis mais um transtorno a ser incluído na lista de problemas comuns a quem está acima do peso. O excesso de gordura acarreta um aumento da pressão dentro do abdômen, contribuindo para que o conteúdo gástrico escoe em direção ao esôfago. Daí, é refluxo na certa.
Grávidas
A exemplo dos gordinhos, mulheres que carregam uma criança dentro do ventre têm de suportar uma maior pressão intra-abdominal. Isso facilita a expulsão do conteúdo gástrico no sentido contrário, atrapalhando o trabalho do esfíncter.
Bebês
Neles, o retorno da comida é fruto da imaturidade do esfíncter. "Metade dos pequenos regurgita até os 6 meses, o que é normal", diz a pediatra Tania Quintella, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. "Só cogitamos a presença de uma doença se houver outro sintoma, como tosse, chiado no peito e baixo ganho de peso."
Cuide-se!
Bronye
Vinte milhões de brasileiros sofrem com aquela queimação no tórax que delata o problema, embora muitos não desconfiem do motivo nem o levem tão a sério. Mas saiba que consertá-lo é o caminho para apagar a azia e evitar que o incêndio culmine em doenças como o câncer.
A doença, negligenciada por muita gente, parece estar em franca ascensão. Isso porque anda de braços dados com maus hábitos que, infelizmente, permanecem em voga: a dieta gordurosa, o sedentarismo e o resultado dessa combinação, a obesidade. Antes que um hipocondríaco se atreva a se autodiagnosticar, vale esclarecer que, se o fogaréu capaz de escalar abdômen acima ocorre somente de vez em quando, sobretudo depois daquela feijoada, trata-se de algo natural. "Todos nós temos esse refluxo ocasional", tranquiliza o gastroenterologista Cláudio Bresciani, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista.
O problema nasce quando essa tortura é recorrente e não depende só dos exageros à mesa. "Se acontecer mais de uma vez por semana, há uma suspeita da doença", esclarece Nasi, que também atua no Hospital das Clínicas de São Paulo. Tudo acontece porque o esfíncter, uma válvula que fica na divisa entre o esôfago e o estômago, relaxa demais em momentos inoportunos. "Sua função é impedir a volta da comida", diz Bresciani. Ao perder a pressão, porém, ele deixa de funcionar direito e permite que o conteúdo gástrico retorne, contrariando a lei da gravidade.
Há casos, porém, que exigem cirurgia para fazer uma reforma entre o esôfago e o estômago, recobrando a pressão da válvula e, se preciso, corrigindo uma hérnia de hiato. Tudo isso é feito por laparoscopia, ou seja, demanda pequenos cortes para ser executada. No campo da pesquisa, há quem fale em procedimentos por endoscopia, em que não existiram nem sequer furos. "Mas até o momento os resultados não são tão bons", comenta Bresciani. Na seara dos remédios, não cessa a busca por fórmulas mais eficazes. "Existem estudos com drogas que agem diretamente no esfíncter", conta Nasi. Mas, se somarmos um estilo de vida saudável aos recursos já disponíveis, não é nenhuma missão impossível botar ordem nesse trânsito caótico e abrasador.
Conheça quem está mais sujeito ao refluxo:
Obesos
Eis mais um transtorno a ser incluído na lista de problemas comuns a quem está acima do peso. O excesso de gordura acarreta um aumento da pressão dentro do abdômen, contribuindo para que o conteúdo gástrico escoe em direção ao esôfago. Daí, é refluxo na certa.
Grávidas
A exemplo dos gordinhos, mulheres que carregam uma criança dentro do ventre têm de suportar uma maior pressão intra-abdominal. Isso facilita a expulsão do conteúdo gástrico no sentido contrário, atrapalhando o trabalho do esfíncter.
Bebês
Neles, o retorno da comida é fruto da imaturidade do esfíncter. "Metade dos pequenos regurgita até os 6 meses, o que é normal", diz a pediatra Tania Quintella, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. "Só cogitamos a presença de uma doença se houver outro sintoma, como tosse, chiado no peito e baixo ganho de peso."
Cuide-se!
Bronye
Sobre patente de DNA humano
Dos 23.688 genes identificados no banco de dados do Centro Nacional de Informação Biotecnológica norte-americano, 4.382 têm pedidos expressos de propriedade intelectual – isso significa que quase 20% do genoma humano é patenteado por universidades, instituições privadas e de pesquisa científica.
A medida do principal tribunal de justiça norte-americano, porém, garante que os genes copiados artificialmente e replicados, o chamado DNA complementar, podem ser protegidos por lei. "Um segmento de DNA de origem natural é um produto da natureza e não pode ser patenteado simplesmente porque foi isolado, mas o DNA complementar pode ser patenteado porque não se produz de maneira natural", definiu o juiz Clarence Thomas na sentença.
A decisão unânime dos nove juízes, que afeta diretamente o mercado de biotecnologia do país, foi baseado numa disputa travada ainda em 2005 entre a Myriad Genetics Inc, companhia de Utah que detém a patente dos genes BRCA 1 e BRCA 2, e a ONG American Civil Liberties Union e a Fundação de Patentes Públicas norte-americana, que representam associações médicas e defendem os direitos dos pacientes.
Desde 1997, o monopólio impedia que pesquisadores fizessem experimentos com esses genes, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, sem obter uma permissão e pagar uma taxa para a Myriad."
Fonte -UOL ciências
Cuide-se!
Bronye
sábado, 11 de maio de 2013
Inchaço-saiba quais as prováveis causas
Sentir-se inchado pode ser resultado de
diversos problemas, mas um dos mais comuns é a retenção de líquido, que
pode ser entendida como um acúmulo excessivo de água entre as células.
Segundo Ana Priscila Soggia, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês,
esta retenção de líquido pode ser agravada no calor, já que é
principalmente nesta condição que ocorre uma vasodilatação.
"Muitas são as causas de retenção hídrica, como problemas hormonais relacionados à tireoide, problemas em órgãos como rim e coração, problemas relacionados ao tipo de alimentação...", explica a endocrinologista. E ainda completa "outra causa muito frequente é a retenção hídrica que acontece durante a fase pré-menstrual."
A manifestação do inchaço nas pessoas pode ocorrer de diversas formas, sendo no corpo inteiro, ou apenas em algumas partes dele. "É perceptível uma alteração, um edema, que começa nos pés e vai subindo", diz Renato Zilli, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz. No aspecto visual ele se dá como edema nos membros inferiores, sensação de dor, de cansaço, nas pernas, e ainda em casos mais graves, segundo Ana Priscila, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, pode haver uma alteração no aspecto da pele, na qual o inchaço é perceptível. "Ao pressionar estes locais percebemos que a pele não volta ao normal devido ao excesso de líquido", afirma Ana Priscila.
Diagnóstico
Para diagnosticar a retenção de líquido o médico vai realizar alguns exames hormonais, cardiológicos, nas veias se a retenção estiver nas pernas, mas se estes exames derem negativo, o especialista vai avaliar em que momento o inchaço está ocorrendo, pois pode estar relacionado a uma dieta com muito sódio, ou ao período menstrual.
Por consequência da fase menstrual das mulheres, o mal da retenção hídrica, segundo a endocrinologista, tende a afetar mais as mulheres do que os homens, por causa da variação hormonal. No entanto, a retenção tem como principais impactados pessoas de 25 a 30 anos, "além dos fatores relacionados a alterações hormonais, soma-se a incompetência vascular, que pode agravar o quadro", explica a médica.
Tratamento
O tratamento desta retenção de líquido depende da causa, "as hormonais, cardiológicas ou renais serão avaliadas pelos especialistas, já as causas relacionadas à alimentação e menstruação têm como base uma proposta alimentar com diminuição do sódio", explica Ana Priscila. E ainda, dependendo da gravidade do quadro o tratamento pode ser diferente, em casos mais leves podem ser usados remédios fitoterápicos, e em outros problemas são prescritos até mesmo diuréticos. Já para acabar com o inchaço Zilli recomenda de imediato diminuir o sal da alimentação, "quanto mais sal, mais líquido."
O endocrinologista Renato Zilli aponta ainda outras maneiras para que o inchaço seja evitado, como por exemplo, cortar certos alimentos que propiciam retenção de líquido, são eles além do sal: os alimentos em conserva e os refrigerantes. E ainda para evitar este incômodo a endocrinologista Ana Priscila sugere a prática de exercícios que fortaleçam o bombeamento do sangue, uma alimentação saudável e que as pessoas mantenham a linha evitando o ganho de peso.
"Muitas são as causas de retenção hídrica, como problemas hormonais relacionados à tireoide, problemas em órgãos como rim e coração, problemas relacionados ao tipo de alimentação...", explica a endocrinologista. E ainda completa "outra causa muito frequente é a retenção hídrica que acontece durante a fase pré-menstrual."
A manifestação do inchaço nas pessoas pode ocorrer de diversas formas, sendo no corpo inteiro, ou apenas em algumas partes dele. "É perceptível uma alteração, um edema, que começa nos pés e vai subindo", diz Renato Zilli, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz. No aspecto visual ele se dá como edema nos membros inferiores, sensação de dor, de cansaço, nas pernas, e ainda em casos mais graves, segundo Ana Priscila, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, pode haver uma alteração no aspecto da pele, na qual o inchaço é perceptível. "Ao pressionar estes locais percebemos que a pele não volta ao normal devido ao excesso de líquido", afirma Ana Priscila.
Diagnóstico
Para diagnosticar a retenção de líquido o médico vai realizar alguns exames hormonais, cardiológicos, nas veias se a retenção estiver nas pernas, mas se estes exames derem negativo, o especialista vai avaliar em que momento o inchaço está ocorrendo, pois pode estar relacionado a uma dieta com muito sódio, ou ao período menstrual.
Por consequência da fase menstrual das mulheres, o mal da retenção hídrica, segundo a endocrinologista, tende a afetar mais as mulheres do que os homens, por causa da variação hormonal. No entanto, a retenção tem como principais impactados pessoas de 25 a 30 anos, "além dos fatores relacionados a alterações hormonais, soma-se a incompetência vascular, que pode agravar o quadro", explica a médica.
Tratamento
O tratamento desta retenção de líquido depende da causa, "as hormonais, cardiológicas ou renais serão avaliadas pelos especialistas, já as causas relacionadas à alimentação e menstruação têm como base uma proposta alimentar com diminuição do sódio", explica Ana Priscila. E ainda, dependendo da gravidade do quadro o tratamento pode ser diferente, em casos mais leves podem ser usados remédios fitoterápicos, e em outros problemas são prescritos até mesmo diuréticos. Já para acabar com o inchaço Zilli recomenda de imediato diminuir o sal da alimentação, "quanto mais sal, mais líquido."
O endocrinologista Renato Zilli aponta ainda outras maneiras para que o inchaço seja evitado, como por exemplo, cortar certos alimentos que propiciam retenção de líquido, são eles além do sal: os alimentos em conserva e os refrigerantes. E ainda para evitar este incômodo a endocrinologista Ana Priscila sugere a prática de exercícios que fortaleçam o bombeamento do sangue, uma alimentação saudável e que as pessoas mantenham a linha evitando o ganho de peso.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Livre-se da gordura no fígado
Maneire no carboidrato
´Ele é o grande vilão da história´, define a nutricionista Luciana de Carvalho, do departamento de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo. "Isso não significa que pães e massas devam ser abolidos do dia a dia", esclarece a especialista. "Mas é preciso consumi-los com moderação."Cuidado com algumas gorduras
Quem se abarrota de carnes vermelhas, manteiga, frituras e
biscoitos industrializados leva para dentro do organismo um batalhão de
gorduras saturada e trans. Daí, a silhueta e, claro, o fígado engordam.
Eis um assunto que merece bastante cautela. Quando o fígado engorda mas ainda não se tornou refém inflamações - só nesses casos -, pode-se tomar até uma taça de vinho tinto (de 100 a 200 mililitros) por dia.
Fonte: http://saude.abril.com
Cuide-se!
Bronye
Invista nas fibrasCuidado com algumas gorduras
A aveia, o farelo de trigo, as massas integrais, as frutas e as verduras são exemplos de fontes dessas substâncias que se revelam grandes aliadas de um fígado em forma.Aposte nas gorduras do bem
Estamos falando dos ácidos graxos monoinsaturados e dos parceiros polinsaturados. Com o perdão dos palavrões, são essas as gorduras que merecem respeito porque ajudam o fígado emagrecer.Conte com eles:os antioxidantesAtenção ao álcool
Ícones de qualquer alimentação balanceada, os vegetais são os principais reservatórios das substâncias que enfrentam os radicais livres, moléculas que podem prejudicar o corpo - e o fígado.Atenção ao álcool
Eis um assunto que merece bastante cautela. Quando o fígado engorda mas ainda não se tornou refém inflamações - só nesses casos -, pode-se tomar até uma taça de vinho tinto (de 100 a 200 mililitros) por dia.
Perca peso ,mas vá devagar
Perca peso, mas vá devagar É necessário manter o rigor - aliando a dieta à prática de exercícios físicos - para emagrecer, mas é loucura tentar mandar para o espaço quilos e quilos num curto espaço de tempo.Fonte: http://saude.abril.com
Cuide-se!
Bronye
sábado, 4 de maio de 2013
Checkup inteligente
PAPANICOLAU
O QUE É? O médico raspa células do tecido que reveste o colo do útero. Esse material é analisado no microscópio.
QUANDO FAZER? No começo da vida sexual da mulher. Deve ser feito anualmente.
POR QUÊ? Identifica alterações no colo do útero, bem como lesões pelo vírus HPV, que podem abrir caminho para o câncer.
MAMOGRAFIA
O QUE É? A mulher é submetida a uma máquina que fornece imagens das glândulas mamárias, o que permite averiguar alterações na região.
QUANDO FAZER? O exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. Se houver casos de câncer na família, a investigação começa mais cedo, por volta dos 30.
POR QUÊ? O exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama, um dos mais comuns no sexo feminino.
PSA E TOQUE RETAL
O QUE SÃO? O primeiro é um marcador sanguíneo de doenças na próstata. O segundo consiste na avaliação da glândula por meio da introdução do dedo do médico no reto do paciente.
QUANDO FAZER? A partir dos 40 anos, com repetições que podem ser anuais. Se houver casos de câncer na família, os primeiros exames devem ser feitos por volta dos 35.
POR QUÊ? A combinação dos exames ajuda a diagnosticar em fase curável o câncer de próstata. Também acusa o crescimento anormal da glândula.
COLONOSCOPIA
O QUE É? Com um tubo dotado de uma câmera na ponta, o especialista investiga o intestino grosso (cólon e reto).
QUANDO FAZER? A partir dos 50 anos. A avaliação deve começar mais cedo se houver casos de câncer na família. Dependendo do resultado do primeiro exame, a repetição é feita a cada dez anos.
POR QUÊ? O método detecta pólipos, alterações que podem se transformar em tumores. É fundamental, portanto, para a prevenção do câncer de cólon.
DENSIOMETRIA ÓSSEA
O QUE É? Um exame de imagem que verifica a densidade e a integridade de ossos como a bacia e o fêmur.
QUANDO FAZER? É recomendado às mulheres a partir dos 65 anos. Se houver menopausa precoce ou osteoporose na família, o rastreamento deve começar mais cedo.
POR QUÊ? Diagnostica a perda de massa óssea e a osteoporose.
EXAMES DE FUNDO DE OLHO E PRESSÃO
O QUE SÃO? O oftalmologista avalia, por meio de aparelhos, a porção mais profunda do globo ocular e a pressão intraocular.
QUANDO FAZER? Costumam ser realizados em consultas de rotina, mas a investigação se torna de extrema importância a partir dos 50 anos.
POR QUÊ? Pesquisam males que danificam a visão, como o glaucoma, caracterizado pelo aumento da pressão dentro do olho.
DOSAGEM DOS HORMÔNIOS DA TIREÓIDE
O QUE É? Exame de sangue que calcula hormônios como o TSH e o T4.
QUANDO FAZER? É solicitado sobretudo às mulheres, que sofrem mais de distúrbios na glândula. Pode ser prescrito desde a juventude, com periodicidade variável.
POR QUÊ? Denuncia disfunções como o hipo e o hipertireoidismo, que repercutem no corpo inteiro.
Cuide-se!
Bronye
O QUE É? O médico raspa células do tecido que reveste o colo do útero. Esse material é analisado no microscópio.
QUANDO FAZER? No começo da vida sexual da mulher. Deve ser feito anualmente.
POR QUÊ? Identifica alterações no colo do útero, bem como lesões pelo vírus HPV, que podem abrir caminho para o câncer.
MAMOGRAFIA
O QUE É? A mulher é submetida a uma máquina que fornece imagens das glândulas mamárias, o que permite averiguar alterações na região.
QUANDO FAZER? O exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. Se houver casos de câncer na família, a investigação começa mais cedo, por volta dos 30.
POR QUÊ? O exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama, um dos mais comuns no sexo feminino.
PSA E TOQUE RETAL
O QUE SÃO? O primeiro é um marcador sanguíneo de doenças na próstata. O segundo consiste na avaliação da glândula por meio da introdução do dedo do médico no reto do paciente.
QUANDO FAZER? A partir dos 40 anos, com repetições que podem ser anuais. Se houver casos de câncer na família, os primeiros exames devem ser feitos por volta dos 35.
POR QUÊ? A combinação dos exames ajuda a diagnosticar em fase curável o câncer de próstata. Também acusa o crescimento anormal da glândula.
COLONOSCOPIA
O QUE É? Com um tubo dotado de uma câmera na ponta, o especialista investiga o intestino grosso (cólon e reto).
QUANDO FAZER? A partir dos 50 anos. A avaliação deve começar mais cedo se houver casos de câncer na família. Dependendo do resultado do primeiro exame, a repetição é feita a cada dez anos.
POR QUÊ? O método detecta pólipos, alterações que podem se transformar em tumores. É fundamental, portanto, para a prevenção do câncer de cólon.
DENSIOMETRIA ÓSSEA
O QUE É? Um exame de imagem que verifica a densidade e a integridade de ossos como a bacia e o fêmur.
QUANDO FAZER? É recomendado às mulheres a partir dos 65 anos. Se houver menopausa precoce ou osteoporose na família, o rastreamento deve começar mais cedo.
POR QUÊ? Diagnostica a perda de massa óssea e a osteoporose.
EXAMES DE FUNDO DE OLHO E PRESSÃO
O QUE SÃO? O oftalmologista avalia, por meio de aparelhos, a porção mais profunda do globo ocular e a pressão intraocular.
QUANDO FAZER? Costumam ser realizados em consultas de rotina, mas a investigação se torna de extrema importância a partir dos 50 anos.
POR QUÊ? Pesquisam males que danificam a visão, como o glaucoma, caracterizado pelo aumento da pressão dentro do olho.
DOSAGEM DOS HORMÔNIOS DA TIREÓIDE
O QUE É? Exame de sangue que calcula hormônios como o TSH e o T4.
QUANDO FAZER? É solicitado sobretudo às mulheres, que sofrem mais de distúrbios na glândula. Pode ser prescrito desde a juventude, com periodicidade variável.
POR QUÊ? Denuncia disfunções como o hipo e o hipertireoidismo, que repercutem no corpo inteiro.
Cuide-se!
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