Calcinhas,biquínis e jeans apertados,junto com antibióticos e pílulas anticoncepcionais,são os principais responsáveis por vaginites.Essa infecção facilita o aparecimento de outras,como a candidíase,provocada por um fungo,Candida albicans.
Use roupas íntimas de algodão,folgadas na região genital.Elas absorverão a umidade natural da vagina,impedindo o crescimento de germes.E rejeite jeans apertados.
Cuide-se!
Bronye
segunda-feira, 19 de março de 2012
Roupas íntimas
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Marcadores: saúde feminina
sábado, 17 de março de 2012
Insônia
Não é fácil definir esse problema, que aflige cerca de um terço da humanidade. Isso porque, na realidade, a insônia não é uma doença, mas um sintoma de vários males. Para piorar, tem várias facetas. O caso clássico, aquele em que o indivíduo deita e não consegue pregar o olho, é apenas um tipo. Mas as pessoas que têm o sono picado ou acordam cedo demais também são consideradas insones. Outra pista para detectar as noites mal dormidas é despertar cansado com a sensação de estar em frangalhos.
Há três formas de insônia. A mais comum é transitória e dura no máximo uma semana. O tipo intermediário pode durar até três. Mas ela torna-se crônica se ultrapassar esse período. Aí é hora de procurar ajuda. É fundamental investigar as causas do problema e tratá-lo pois uma boa noite de sono tem funções vitais para a saúde.
As noites mal dormidas são apenas a ponta de um iceberg. Por trás delas podem estar fatores emocionais como depressão ou ansiedade, conflitos familiares ou no trabalho, álcool, doenças que causam dor ou desconforto como a fibromialgia, problemas hormonais, Parkinson, Mal de Alzheimer, mudanças de fuso horário, hábitos inadequados, predisposição genética e até mesmo outros distúrbios do sono.
********************************Insônia nas crianças
"Meu bebê trocou o dia pela noite". Essa queixa é das mais comuns nos consultórios pediátricos. Mas relaxe: na enorme maioria dos casos, é apenas uma questão de (maus) hábitos. Afastadas as causas físicas (como as temidas cólicas), os especialistas recomendam algumas medidas simples para ensinar o pequeno a adormecer sozinho: • oferecer algum brinquedinho ou xodó que o acompanhe durante a noite.
• passar alguns momentos ao lado do berço ou da cama fazendo coisas agradáveis, como ler historinhas ou desenhar,
• estabelecer horários fixos para ir para cama,
• não fazer o bebê dormir embalando-o no colo ou ninando-o. Ele deve aprender a dormir sozinho, associando o sono a um momento gostoso.
As crianças precisam dormir muito para garantir o desenvolvimento do cérebro. As noites em claro comprometem o crescimento, o aprendizado e o bem-estar delas - além do bom-humor dos pais, claro.
*************************
Boa higiene do sono
Para dormir com os anjos Veja o que os médicos consideram uma boa higiene de sono:
1. Mantenha um horário regular para adormecer e acordar, todo santo dia.
2. Vá para a cama somente na hora de dormir. Nada de ler, falar ao telefone ou comer entre os lençóis.
3. Cuide para que o ambiente seja agradável: deixe o quarto escuro e silencioso. Se possível, regule a temperatura.
4. Escolha um colchão adequado, nem rígido nem macio demais. Lembre-se que em nenhum outro momento do dia você fica tantas horas na mesma posição.
5. Fuja do café e de outros estimulantes como o chá preto, o mate e alguns refrigerantes, além do cigarro.
6. Nada de ficar planejando as tarefas do dia seguinte nem resolvendo problemas na hora de dormir.
7. Não se engane como o aparente efeito relaxante do álcool: ele é garantia de noites turbulentas.
8. Não faça exercícios à noite, pois eles acendem o organismo.
9. Não se empanturre no jantar nem coma perto da hora de deitar. A digestão praticamente pára enquanto dormimos.
10. Faça atividades relaxantes após essa refeição.
11. Não assista TV no quarto. Ela é uma fonte enorme de estímulos capazes de deixar a pessoa mais alerta.
Tratamento
Para voltar a dormir com os anjos, além de afastar as causas da insônia, é preciso mudar certos hábitos - o que os especialistas chamam de uma boa higiene de sono. Nos casos crônicos, o médico também pode indicar terapias para ensinar a relaxar e, às vezes, remédios. Mas atenção: nada de sair por aí engolindo pílulas por conta própria. As drogas devem ser usadas com muitíssima cautela porque provocam dependência e tolerância. Em pouco tempo o corpo acaba pedindo doses cada vez maiores para produzir o mesmo efeito. E não se esqueça: eles não tratam a causa do problema.
• passar alguns momentos ao lado do berço ou da cama fazendo coisas agradáveis, como ler historinhas ou desenhar,
• estabelecer horários fixos para ir para cama,
• não fazer o bebê dormir embalando-o no colo ou ninando-o. Ele deve aprender a dormir sozinho, associando o sono a um momento gostoso.
As crianças precisam dormir muito para garantir o desenvolvimento do cérebro. As noites em claro comprometem o crescimento, o aprendizado e o bem-estar delas - além do bom-humor dos pais, claro.
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Boa higiene do sono
Para dormir com os anjos Veja o que os médicos consideram uma boa higiene de sono:
1. Mantenha um horário regular para adormecer e acordar, todo santo dia.
2. Vá para a cama somente na hora de dormir. Nada de ler, falar ao telefone ou comer entre os lençóis.
3. Cuide para que o ambiente seja agradável: deixe o quarto escuro e silencioso. Se possível, regule a temperatura.
4. Escolha um colchão adequado, nem rígido nem macio demais. Lembre-se que em nenhum outro momento do dia você fica tantas horas na mesma posição.
5. Fuja do café e de outros estimulantes como o chá preto, o mate e alguns refrigerantes, além do cigarro.
6. Nada de ficar planejando as tarefas do dia seguinte nem resolvendo problemas na hora de dormir.
7. Não se engane como o aparente efeito relaxante do álcool: ele é garantia de noites turbulentas.
8. Não faça exercícios à noite, pois eles acendem o organismo.
9. Não se empanturre no jantar nem coma perto da hora de deitar. A digestão praticamente pára enquanto dormimos.
10. Faça atividades relaxantes após essa refeição.
11. Não assista TV no quarto. Ela é uma fonte enorme de estímulos capazes de deixar a pessoa mais alerta.
Consequências da insônia
Não se iluda: os efeitos das noites em claro vão muito além do cansaço no dia seguinte. É durante o sono que funcionam processos vitais. Veja o que acontece quando você dorme menos do que precisa: • Cabeça - sonolento, o cérebro diminui a atividade. Isso compromete funções como a criatividade, a atenção, o equilíbrio e a memória. Além do humor, claro. Para se ter uma dimensão do problema, basta lembrar que as tragédias de Chernobyl e Challenger foram causadas por gente que estava caindo pelas tabelas.
• Ossos e músculos - cerca de 70% do hormônio do crescimento é secretado durante o sono. Nas crianças ele garante o ganho de peso e de altura. Nos adultos, responde pela renovação celular dos músculos e do esqueleto.
• Pâncreas - a produção de insulina despenca, atingindo níveis parecidos aos dos diabéticos.
• Coração e sistema digestivo - a falta de sono gera um efeito de estresse. O corpo produz, então, mais cortisol e adrenalina, os hormônios da tensão. Isso abre caminho para complicações cardíacas e digestivas. Essas substâncias também nocauteiam o sistema imunológico.
• Câncer - uma noite bem dormida ajuda a eliminar os radicais livres, moléculas que estão por trás de vários tumores e do envelhecimento precoce.
Fonte:Revista Saúde
Cuide-se!
Bronye
Postado por Bronye às 14:18 0 comentários
Marcadores: distúrbios do sono
domingo, 11 de março de 2012
Vacina da coqueluche para pais e filhos
É como se fosse uma bomba-relógio programada para explodir a cada meia década. Assim se comporta a coqueluche, uma doença respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis e que tem predileção pelos bebês. "A cada quatro ou cinco anos o número de casos dispara. Estamos vivendo agora esse momento do ciclo epidemiológico", elucida a infectologista pediátrica Melissa Palmieri, diretora regional da Associação Brasileira de Imunizações.
Para proteger os pequenos contra essa ameaça, o usual é aplicar cinco doses da vacina que blinda o organismo infantil contra o micro-organismo — são três doses iniciais e outras duas depois para reforçar o sistema imune. Mas seu efeito defensivo cai pela metade dez anos após a última injeção. Ou seja, é mais pólvora para fomentar a incidência explosiva do problema, que pode ser transmitido de pai para filho.
Felizmente, para deixar as defesas do corpo em dia, basta adicionar à cartela de vacinação mais um encontro com a seringa — dessa vez, no entanto, a cada intervalo de dez anos. A sugestão desse repeteco, trazida ao Brasil pelo laboratório farmacêutico Sanofi Pasteur, é essencial, já que essa infecção não discrimina idade. Alagoas, Bahia e São Paulo, por exemplo, são estados que mostram já há algum tempo uma tendência crescente de pessoas infectadas em todas as faixas etárias.
Em busca da erradicação
Há quem pense que a contaminação com a Bordetella na adolescência ou anos mais tarde não é algo tão sério. Afinal, a maioria dos jovens ou adultos apresenta sintomas que podem ser facilmente confundidos com os de um resfriado comum, como febre, secreção nasal e tosse. Pior: muitas vezes, a coqueluche nem avisa que se instalou. "É que todos os que já foram vacinados na infância têm rastros da imunidade, que impede que a doença se manifeste de uma forma tão violenta", esclarece o infectologista Aroldo Prohmann, do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, Santa Catarina.
No entanto, familiares e amigos portadores da bactéria, sem saber, representam um grande risco para os bebês que ainda não seguiram, pelo menos, aquelas três primeiras etapas da vacinação. Mais de 80% dos casos de coqueluche envolvem os menores de 1 ano de idade, e, desse total, a estimativa de óbito é de quase 5%. Com a expressividade desses números, o lançamento da vacina chega em tempo para alavancar de uma vez uma estratégia imunológica chamada de cocoon.
Internacionalmente bem-sucedida, seu nome já entrega o objetivo: cocoon em inglês significa casulo. Em outras palavras, sua finalidade é proteger. Todos ao redor da criança devem procurar a imunização, inclusive, se possível, as babás. Confira na ilustração ao lado os principais transmissores da doença.
Quanto mais novo o pequeno, mais hostis serão as complicações resultantes da presença da intrusa. "Crises intensas podem comprometer o pulmão e até o sistema neurológico", alerta o infectologista Alfredo Elias Gilio, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
O poder devastador que a infecção tem sobre a criançada de até 5 anos se deve ao fato de as defesas ainda estarem imaturas. São necessários alguns anos até que o sistema imunológico se forme completamente. Esse fator, em conjunto com as vias aéreas de menor calibre, transforma a criança no hospedeiro mais frágil. E, cá entre nós, mesmo depois de adotar todas as medidas preventivas, 6% das crianças ainda acabam sendo contaminadas por alguém que não faz parte do círculo familiar ou de amigos. Então, se seu filho apresentar alguns dos sintomas do quadro à esquerda, observe de perto a evolução do problema e avise o pediatra.
A coqueluche se caracteriza por três fases bem delineadas. "Na primeira, há muito catarro, febre e tosse por aproximadamente duas semanas", descreve o infectologista Daniel Wagner de Castro Lima, consultor da Sociedade Paulista de Infectologia. Na segunda fase, a febre some, enquanto a tentativa de se livrar do muco se torna mais vigorosa, gerando dificuldades na hora de inspirar. E, ao forçar o ar para dentro, o organismo responde com crises de tosse e vômitos. "Durante esses acessos, a pressão do pescoço e da cabeça aumenta bastante e isso pode causar hemorragias oculares e no sistema nervoso", explica Aroldo Prohmann. O número de episódios como esse, às vezes, chega a 30 em um único dia, principalmente à noite, deixando a pele e a mucosa com um tom arroxeado pela falta de fôlego. Esse suplício dura semanas. Já na última etapa, a tosse fica mais amena, mas, em contrapartida, surgem outras infecções respiratórias, como pneumonia, que, mais graves ainda, levam de seis semanas a três meses para desaparecer — isto é, com sorte.
Em caso de suspeita, a visita ao hospital precisa ser feita antes de apelar para qualquer medicação. Isso porque os remédios alteram os resultados dos testes. O exame que confirma a doença leva 15 dias para ficar pronto e deve ser feito, de preferência, duas semanas após as primeiras crises de tosse. Se o diagnóstico for confirmado, o especialista irá acompanhar a internação — provavelmente com isolamento na UTI — e prescrever o antibiótico correto.
"A vacinação é a melhor estratégia para a prevenção e controle da coqueluche", aconselha Castro Lima. O combate à doença está seguindo os passos da batalha contra a poliomielite, que, após intensivas campanhas de vacinação, está sendo, finalmente, erradicada ao redor do mundo. Com uma simples vacina a mais na cartela, em alguns anos estaremos livres de mais uma epidemia que tanto assombra recém- nascidos, crianças, jovens e adultos.
O que acontece no corpo da criança
A Bordetella pertussis faz o maior estrago quando passa a viver no organismo infantil. Entenda melhor os problemas que ela causa ao passear por onde não deveria:
1. Quando a doença dá as caras
A bactéria é transmitida através de gotículas infectadas provenientes de quem está doente. Isso pode ocorrer via espirro, tosse ou até uma conversa mais próxima. A boa notícia é que não é preciso se preocupar com objetos pessoais, já que a vilã não sobrevive por muito tempo fora do corpo humano.
2. Hora da multiplicação
Ela entra pelas vias respiratórias e se instala no nariz e na faringe. Assim que se estabelece, começa a migrar e colonizar outras áreas, como a traqueia e o pulmão.
3. Respiração carregada
Ao longo do caminho, o micro-organismo produz e libera uma substância tóxica que paralisa os cílios das células responsáveis por expulsar o muco do corpo. A secreção começa a se acumular e aparece aquela famosa sensação de chiado no peito. O pior dos cenários é o aparecimento de uma pneumonia.
4. Troca de gases interrompida
Quando essa toxina atinge os brônquios, ativa um processo inflamatório na região. Aí, os tubos que levam e trazem o ar dos pulmões incham e o oxigênio fica sem espaço para circular.
5. Cérebro faminto
Mas não é só o pulmão que sofre com isso. Quando os brônquios entopem, a massa cinzenta acaba sendo privada do gás indispensável para a nossa sobrevivência. O resultado? Sequelas motoras e até mentais.
Os sintomas mais comuns
- Tosse por períodos prolongados;
- Espasmos;
- Guinchos respiratórios;
- Vômitos;
- Coloração azulada da pele devido à falta de oxigênio;
- Suor;
- Febre;
- Convulsões.
Radiografia do imunizante
A vacina é líquida e produzida com apenas fragmentos da Bordetella pertussis, o que a torna mais segura. Está disponível na rede particular por aproximadamente 100 reais. A dose também reforça a proteção contra difteria, tétano e poliomielite. Geralmente é prescrita por infectologistas, pediatras e clínicos gerais. Sua eficácia é de mais de 95% e pode ser realizada com outras vacinas sem nenhum risco.
Proteção 360°
Apesar de ocupar o primeiro lugar no ranking mundial, a coqueluche não é a única complicação que pode ser evitada quando se adota a estratégia cocoon. O casulo de proteção também afasta outros micro-organismos. As doenças provocadas pelas bactérias pneumococo e meningococo, por exemplo — aquelas que causam pneumonia e meningite —, também têm menos probabilidade de vingar se os adultos da casa se vacinam. "Além disso, imunizar os pais é um modo eficaz de proteger os mais novos do influenza, o vírus da gripe", recomenda a infectologista pediátrica Melissa Palmieri.
Fonte:Revista Saúde- por Caroline Randmer
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Bronye
Postado por Bronye às 15:17 0 comentários
Marcadores: Vacinação
sexta-feira, 2 de março de 2012
Cochilo pós almoço que desestressa
por ADRIANA TOLEDO I fotos ALEX S. I ilustrações MELISSA L.(Revista Saúde)
Sábios são os espanhóis, que, diariamente, fecham as portas de seus estabelecimentos comerciais por volta da 1 hora da tarde para as reabrir somente lá pelas 3, quando retornam revigorados do sagrado período da siesta. O costume, que para nós brasileiros se traduz em tirar uma soneca depois de almoçar, se tornou alvo da ciência. Um time de psicólogos e neurocientistas do Allegheny College, nos Estados Unidos, avaliou os benefícios do sono diurno na recuperação cardiovascular após uma situação tensa. Para isso, separaram 85 pessoas em dois grupos. Um deles deveria dormir por 45 minutos durante o dia enquanto o outro permanecia acordado. Todos os participantes foram submetidos a testes de estresse. Os cientistas também aferiram a pressão arterial e constataram que ela se apresentou mais baixa entre a turma que repousou. Em outras palavras, o impacto negativo do nervosismo sobre as artérias foi revertido mais rapidamente.
"Outros trabalhos já demonstraram que descansar após o almoço diminui a pressão sistólica", confirma o cardiologista Marco Antônio Gomes, do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sem se espantar. Ao falar em pressão sistólica, ele se refere ao número de maior valor que aparece registrado no aparelho de medição.
Os especialistas especulam que esse fenômeno seria comandado pelo cérebro, mais precisamente pelo sistema nervoso central, que é dividido em simpático e parassimpático. O primeiro acelera e o segundo coloca um freio nas funções fisiológicas. "Quando dormimos, há redução da atividade simpática, o que relaxa os vasos e diminui os batimentos cardíacos", explica o pneumologista especialista em sono Pedro Genta, do Hospital do Coração, em São Paulo. Entendeu então a lógica de uma soneca como sobremesa?
A curta duração de um cochilo não desmerece suas qualidades. "Em 45 minutos, é possível atingir a fase três do sono", diz Pedro Genta (veja infográfico na página 70). Ou seja, dá tempo suficiente de ele se aprofundar a ponto de proporcionar vantagens ao corpo.
Vale reforçar, porém, que é na escuridão da noite que o cérebro secreta um hormônio fundamental para que se adormeça bem pra valer: a melatonina. "Uma venda nos olhos ou um quarto escuro ajudam a simular o descanso noturno, potencializando a ação positiva da sesta", ensina Marco Antônio.
Cuide-se!
Bronye
Postado por Bronye às 14:39 0 comentários
Marcadores: dicas de saúde
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Embalagens nem tanto ecológicas(clique aqui e irá direto ao si te)
Um site que vale a pena...visitar,para não ser enganado!
http://www.nossofuturoroubado.com.br/portal/aditivos-plastificantes/a-politica-dos-plasticos-o-fazer-e-o-desfazer-a-seguranca-do-bisfenol-a
Postado por Bronye às 13:51 0 comentários
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
A CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER....
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Postado por Bronye às 02:16 1 comentários
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Doenças da tireóide
"A tireóide é uma importante glândula do nosso organismo e produz hormônios que tem como uma das suas principais funções regular o metabolismo. Quando ela não funciona adequadamente pode levar a repercussões em todo o corpo em graus variáveis de severidade, desde sintomas que muitas vezes podem passar desapercebidos até formas extremamente graves que podem trazer risco de vida."
A tireóide é uma glândula localizada na parte anterior do pescoço e produz os hormônios T3 (tiiodotironina) e T4 (tiroxina) que atuam em todo o nosso organismo, regulando o crescimento, digestão e o metabolismo.
Quando a tireóide não está funcionando adequadamente pode liberar hormônios em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). De maneira geral, quando a glândula está hiperfuncionante ocorre uma aceleração do metabolismo em todo organismo, podendo ocorrer agitação, diarréia, taquicardia, perda de peso etc, ao contrário, quando a glândula está hipofuncionante pode ocorrer cansaço, fala arrastada, intestino preso, ganho de peso, etc.
Cerca de 10% das mulheres acima de 40 anos e em torno de 20% das que têm acima de 60 anos manifestam algum problema na tireóide. Algumas estatísticas demonstram que 1 em cada 5 mulheres que procuram seus ginecologistas para iniciar a terapia de reposição hormonal apresenta, na verdade, problemas tireoidianos. Porém é importante estar atento pois todas as pessoas, independente de sexo e idade, estão sujeitas a alterações desta glândula.
O hipertireoidismo ou tireotoxicose é uma condição caracterizada pelo aumento da secreção dos hormônios da tireóide e pode originar-se de várias causas.
Em sua forma mais leve, o hipertireoidismo pode não apresentar sintomas facilmente reconhecíveis ou apenas cursar com sintomas inespecíficos, como sensação de desconforto e fraqueza. Mas o hipertireoidismo pode ser uma doença grave e séria e até mesmo colocar em risco a vida da pessoa.
A causa mais comum do hipertireoidismo é uma doença auto-imune (em que o próprio corpo produz anticorpos que "atacam" o órgão) chamada Doença de Graves. Outras causas do hipertireoidismo incluem o bócio multinodular (aumento do volume da glândula que leva a produção excessiva dos hormônios), os tumores da glândula tireóide, da glândula pituitária, dos testículos ou dos ovários, a inflamação da tireóide resultante de uma infecção viral ou outra inflamação, a ingestão de quantidades excessivas de hormônio tireóideo e a ingestão excessiva de iodo. Várias substâncias com altas concentrações de iodo, tais como comprimidos de alga, alguns expectorantes e amiodarona (medicação utilizada no tratamento de arritmias cardíacas) podem, ocasionalmente, causar hipertireoidismo.
Os principais sintomas do hipertireoidismo são:
• taquicardia,
• perda de apetite,
• perda de peso importante,
• nervosismo, ansiedade e inquietação,
• intolerância ao calor,
• sudorese aumentada,
• fadiga e cãibras musculares,
• evacuações freqüentes,
• irregularidades menstruais,
Outros sintomas que podem também estar presentes são: presença do bócio (papo), fraqueza, sede excessiva, aumento do lacrimejamento, dificuldade para dormir, pele fria e úmida, vermelhidão ou rubor da pele, pele anormalmente escura ou clara, queda de cabelo, descamação e rápido crescimento das unhas, náuseas e vômitos, atrofia muscular, tremor nas mãos, diarréia, pressão sanguínea alta, dor nos ossos, protusão dos olhos (exoftalmia), visão dupla, aumento da probabilidade de aborto, dentre outros.
Os sinais e sintomas característicos do hipertireoidismo podem ser detectados pelo médico. Adicionalmente, exames podem ser utilizados para confirmar o diagnóstico e definir a causa, como os listados abaixo:
• TSH (hormônio estimulante da tireóide): O TSH é um hormônio que regula a produção dos hormônios tireoidianos (T3 e T4), quando a produção desses hormônios está alta, o nível de TSH diminui, e quando está baixa, o nível de TSH aumenta para estimular a produção dos hormônios tireoidianos. Um nível sangüíneo baixo do TSH é o melhor indicador de hipertireoidismo. Se o nível de TSH é muito baixo, é importante também checar os níveis de hormônio tireoidiano para confirmar o diagnóstico de hipertireoidismo.
• T4 livre e T3 livre (são os hormônios tireoidianos ativos): Quando o hipertireoidismo se desenvolve, os níveis de T4 e T3 sobem acima dos valores normais.
• TSI (imunoglobulina estimulante da tireóide): É uma substância freqüentemente encontrada no sangue quando a doença de Graves é a causa do hipertireoidismo. Este teste não é solicitado rotineiramente, uma vez que ele raramente interfere nas decisões do tratamento.
Antes do desenvolvimento de opções atuais do tratamento, a taxa de morte do hipertireoidismo era maior que 50%. Agora, diversos tratamentos eficazes estão disponíveis, e com o controle adequado, a morte por hipertireoidismo é rara. O tratamento varia dependendo da causa e também da gravidade dos sintomas. O hipertireoidismo pode ser tratado com medicamentos antitireoidianos, iodo radioativo ou cirurgia.
Dentre as principais complicações do hipertireoidismo estão as complicações cardíacas, incluindo taquicardia, insuficiência cardíaca e arritmia. A crise de tireóide ou "tempestade" da tireóide é uma exacerbação aguda dos sintomas do hipertireoidismo que podem ocorrer devido a infecções ou estresse. Pode ocorrer ainda febre, diminuição do estado de alerta e dor abdominal, necessitando nesses casos de hospitalização.
No hipotireoidismo ocorre a deficiência dos hormônios da tireóide, que pode potencialmente afetar o funcionamento de todo o corpo. A taxa de funcionamento normal do corpo diminui causando lentidão mental e física. Os principais fatores de risco são idade superior a 50 anos, sexo feminino, obesidade, cirurgia de retirada da tireóide e exposição prolongada a radiação.
O grau de severidade pode variar de leve, apresentando um quadro de depressão em que o diagnóstico de hipotireoidismo pode passar desapercebido, até a forma mais grave, denominada mixedema, caracterizada pelo inchaço de todo o corpo e que constitui uma emergência médica.
As causas mais comuns de hipotireoidismo são: doença de Hashimoto (uma doença auto-imune); tratamento do hipertireoidismo com iodo radiativo; retirada cirúrgica da tireóide para tratar hipertireoidismo ou tumor; uso prévio de medicamentos antitireóideos; pós-parto (transitório em 60-70% dos casos); uso de certos medicamentos como lítio, amiodarona, iodeto e interferon alfa; deficiência na regulação da glândula; inflamação da tireóide; deficiência de iodo (substância importante para a produção dos hormônios tireoidianos) e resistência generalizada ao hormônio tireóideo.
Os principais sintomas do hipotireoidismo são:
• fraqueza e cansaço,
• intolerância ao frio,
• intestino preso,
• ganho de peso,
• depressão,
• dor muscular e nas articulações,
• unhas finas e quebradiças,
• enfraquecimento do cabelo,
• palidez.
Outros sintomas que podem aparecer mais tardiamente são: fala lenta, pele ressecada e espessada, inchaço de mãos, pés e face, diminuição do paladar e olfato, rouquidão, menstruação irregular, dentre outros.
O diagnóstico do hipotireoidismo será feito pelo médico com o auxílio de exames laboratoriais que avaliam a função da tireóide. Normalmente, encontramos as seguintes características:
• TSH: todos apresentam concentrações circulantes elevadas de hormônio estimulador da tireóide.
• T3 e T4 livres: os níveis dos hormônios tireoidianos podem estar normais, em casos assintomáticos ou brandos, ou diminuídos.
O objetivo do tratamento é repor a deficiência de hormônio da tireóide. O medicamento mais freqüentemente utilizado é a levotiroxina, mas há outros disponíveis. E o tratamento deverá ser seguido por toda a vida, mesmo se os sintomas desaparecerem, pois são freqüentes as recaídas com a interrupção do medicamento.
A complicação mais grave do hipotireoidismo é o mixedema que pode levar ao coma, mas que felizmente é a rara. Ele pode ser causado por infecções, exposição ao frio, certos tipos de medicamento e outras doenças. No coma pelo mixedema ocorre alteração do comportamento, diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea, do açúcar no sangue e da temperatura. Doenças cardíacas, infecções, infertilidade e abortamento, também podem ocorrer como complicações do hipotireoidismo.
Como o desenvolvimento dos sintomas e sinais de hipotireoidismo é tipicamente insidioso e a prevalência da forma subclínica é estimada em 40%, é recomendada a avaliação laboratorial de rotina na população em geral, mesmo na ausência dos sintomas.
Cuide-se!
Bronye
Postado por Bronye às 13:24 0 comentários
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